Terça-feira, Dezembro 10, 2019
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Morador faz apelo a bandido no RJ: ‘Tem mais nada para roubar’

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A casa de um trabalhador não foi poupada pelos bandidos na localidade de Araçatiba, em Maricá, no Rio de Janeiro. Após sua casa ter sido alvo dos criminosos em quatro arrombamentos no período de menos de um ano, o morador Cristiano Nascimento, que trabalha como motorista, estendeu uma faixa na frente da residência fazendo um apelo aos invasores.

“Por favor, não arrombem mais minha casa. Já foram 4 vezes. Não tem mais nada pra roubar. Obrigado!”. A imagem viralizou nas redes sociais.

Por causa das invasões, Cristiano fez modificações na casa para tentar impedir a entrada dos criminosos.

Entre as mudanças, estão as janelas que não abrem mais e a fechadura da porta que foi trocada por uma corrente com cadeado. Segundo o morador, a região sempre foi tranquila mas, desde o ano passado, a tranquilidade foi embora depois que os furtos começaram. As informações são do G1.

Veja:

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Morador coloca faixa na frente de casa pedindo para que criminosos não arrombem mais a casa dele em Maricá, no RJ — Foto: Reprodução/Inter TV

A orientação é que a vítima procure a polícia imediatamente e tente não mexer na cena do crime. Desta forma, pode ser que impressões digitais dos autores dos crimes sejam encontradas no local.

Cristiano mora na mesma rua há 20 anos e colocou a faixa no local há cerca de uma semana e disse que o prejuízo com os furtos já chega a R$ 8 mil. “Perdi televisão, computador, notebook, câmera digital… Alguns pares de sapato, mesmo velhos eles levaram. Até desodorante eles já levaram”, contou Cristiano.

A primeira vez que ele teve a casa invadida foi em junho de 2018. O último furto foi no início de abril e, como já não havia nada para roubar, os ladrões levaram um par tênis do motorista e deixaram a casa revirada.

A delegada Carla Tavares, titular de Maricá,  informou que a polícia tem trabalhado para combater os casos de furtos. “A gente precisa da colaboração das vítimas para tentar identificar o autor do crime. Muitas vítimas não vêm na delegacia fazer o registro e quando vêm é depois de muito tempo”, disse a delegada.

(Fonte: G1)

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