Sexta-feira, Dezembro 13, 2019
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Pedir impeachment em Rondônia virou moda

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Em abril de 2030, em Nova Iorque, um relatório da Comissão Mista das Nações Unidas/Banco Mundial dirá “Porque o Brasil não deu certo – Causas da Inviabilização Econômica da América Portuguesa”.

Essa terrível distopia foi apresentada por João Paulo de Almeida Magalhães em livro com esse mesmo titulo datado na verdade de 1996.

Segundo o relatório fake futurista, as errôneas políticas econômicas seguidas no País em três décadas e meia racharam o Brasil em seis países independentes.

No Sul, há muitos anos soam os brados pela criação da República do Pampa sob a alegação de que os “presidentes nordestinos” (José Sarney, Collor e Lula) discriminaram o Sul. Dilma, mineira com vivência maior no próprio Sul, fragilizou a alegação e o movimento caiu em catalepsia.

As contradições e querelas entre os militares constitucionalistas, os antiglobalistas autoritários do olavismo e os arrogantes ultraliberais irritam hoje de tal maneira os mais amplos e diferentes setores da Amazônia que o anseio de separar a região do Brasil começa a ser ensaiado.

Essas vozes crescerão muito se o governo for incapaz de pôr fim à polarização cultivada na campanha eleitoral e promover a conciliação nacional em torno de um projeto de Nação.

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Todo cuidado

Todo cuidado é pouco, caro leitor. Pedir impeachment em Rondônia virou moda, seja para governador, prefeitos, deputados, juizes, etc. Alguns casos são de chantagem clara e explícita, no qual os autores buscam acordos políticos que vão desde empregos fantasmas até vender mercadorias através de empresas “fantas”.

Toma lá…

O toma cá, dá lá nas câmaras municipais, assembleias legislativas e Congresso Nacional vêm de longe e o governo Bolsonaro não escapa do que foi amplamente praticado nos governos anteriores de FHC, Lula, Dilma e Temer, para aprovar a Reforma da Previdência. Os cargos federais começaram a ser distribuidos para os partidos da base aliada nos estados, inclusive em Rondônia.

Os périplos

Dizem que o ex-governador Confucio Moura (MDB) esta seriamente empenhado em voltar ao Centro Político e Administrativo de Rondônia. A desconfiança de aliados do coronel Marcos Rocha em aumentando com os constantes périplos de El Carecon pelo interior do estado, como se estivesse em campanha. Confucio se faz de gato morto, mas sempre devora os coveiros.

Novo pacote

No Senado ainda se discute sugestões para serem incluidas no pacote de medidas para a segurança pública do ministro da Justiça Sérgio Moro. As discussões ainda estão no ambito da Comissão de Constituição e Justiça e os parlamentares da Amazônia vão pedir mais recursos e proteção para as fronteiras com a Bolivia, Peru e Colombia, infestadas de narcotraficantes que usam rotas brasileiras.

O desemprego

O Caged, o Cadastro Geral de Empregos, que mede os patamares de ocupação no país mostra que a situação ainda não é boa na área economica. Nas ultimas pesquisas, se constatou que o Nordeste foi a região mais afetada com a perda de postos de trabalho. Na Amazônia, depois da construção das usinas em Rondônia e no Pará, o nivel de emprego também caiu assustadoramente, incluindo de Porto Velho.

Via Direta

*** O caso Dominó acabou em pizza, ao molho Madeira *** Promoções de ovos de páscoa de redes de lojas nacionais quebraram as empreendedoras caseiras em Porto Velho nesta temporada *** Muitas confeiteiras ainda estão chorando as mágoas *** Nos bairros mais periféricos da capital rondoniense a ladroagem é grande, desde roupas nos varais até portões de ferro *** A segurança publica esta um verdadeiro caos no estado *** Num novo jogo de empurra-empurra segue o projeto de água e esgoto. Será que agora vai?

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(Fonte: Coluna – Carlos Sperança)

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